Com respeito à divisão da população devido à Covid-19

Portuguese · June 12th, 2021 · 0 corrections · 483 words · 4 min read

Hoje em dia, ninguém teria podido pensar que as coisas teriam cambiado tanto em relação aos opiniões sobre a importância das restrições sanitárias. Pensar que um ano antes, ninguém teria pensado usar uma máscara ao quotidiano é surpreendente.

Mas o mais óbvio em relação com as mudanças ligadas aos restrições, é a separação dos ideais e o reforço das valores nos corações das pessoas. Há uma divisão muita clara nas crenças gerais da população e jamais vimos uma separação tanta presenta até agora.

Para tomar posição neste texto, estou de acordo com as pessoas que pensam que teríamos que enfrentar o vírus e seguir em frente com as nossas vidas de uma vez por todas. Não tenho problema com o facto que alguns queiram usar as máscaras ou proteger-se a ficar na casa, porque não afecta a liberdade deles, mas quando isso nós impede viver uma vida respeitável, aí tenho um problema.

Não quero explicar porque penso o contrário, não é um texto que valida o meu modo de pensar, mas só quero enfatizar sobre o facto que há uma grande percentagem da população que juram por a mesma opinião.

Agora quando nós encontramos ao trabalho o ao exterior, há este momento estranho onde temos que testar a outra pessoa para validar a sua posição com as restrições e verificar se podemos ser nós mesmo o não. Num período de um ano, desenvolvemos um medo pela sinalização de virtude de outros e nossa maneira de abordar alguém mudou completamente.

É triste ver como o medo conseguiu a mudar a planeta inteira e ainda se penso que voltaremos ao estado original um dia, permanece um teste que viola nossos direitos e liberdades ao mesmo tempo.

Vejo amigos quebrar laços com os demais, pessoas que recusam falar com a sua própria família porque a tensão se tornou muito grande. É triste ver ás mudanças drásticas nos ideais e ver a distancia criar-se. Onde é o equilibro entre a fé e o medo em todo isso?

A sinalização de virtude se tornou tão impregnado nas mentes das pessoas que para ser aceitado deles agora, temos que elogiar a covardia social a ficar-se atrás de quatro paredes enquanto um grupo de líderes tomam decisões baseadas sobre como ser o mais politicamente correcto sem irritar um percentagem grande demais.

A vida merece de ser vivida e se isso significa infringir as leis para viver-a, garanto-lhes que o governo teria que admitir que a morte faz parte da vida e que temos que aceitar-a enquanto encontramos uma solução.

A pergunta de um milhão: temos que proteger os fracos o proteger-nós deles?


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